21/06/2018

Festas Juninas

O inverno começa hoje no Brasil,21/06. As festas juninas e julinas acontecem nas paróquias. São festas que homenageiam S. Antônio, S. Pedro e S. João. Prestigie a festa de sua paróquia e colabore com as ações sociais que ela promove.

Semana Nacional do Migrante: ‘A vida é feita de encontros’

Programa:arqrio.org/noticias/detalhes/6748/semana-nacional-do-migrante-a-vida-e-feita-de-encontros

21/04/2018

Encontro de comunicadores da Arquidiocese de S. Sebastião do Rio de Janeiro

Página curtida · 18 de abril

ECOM - INSCREVA-SE NO LINK:
https://goo.gl/forms/lWf2iXeo5akuNgQf2

O E-com acontece todos os anos em comemoração ao dia mundial da comunicação onde reunimos todos os comunicadores Católicos, principalmente os agentes da Pastoral da Comunicação. Na parte da manhã meditaremos a mensagem do Papa para a ocasião e na parte da tarde teremos 5 Workshops que deverá ser escolhido no ato da inscrição que é gratuita.
OBS: Não será servido almoço, porém o participante terá 1h30min livre para refeição.
Como de costume, pedimos que todos levem algo para partilharmos no café da manhã e lanche.
Aguardamos a presença de todos!

Pascom Arquidiocesana RJ

Paróquia Nossa Senhora da Conceiçção e S. José - Engenho de Dentro,RJ

Os voluntários necessitam desses itens, de imediato, para o trabalho com os irmãos e irmãs em situação de rua. Quem puder doa-los, agradecemos. Ajude-nos também compartilhando.
✔️ Aparelho de barbear descartável
✔️ Escova de dente
✔️ Chinelo (nº 40 a 42)
✔️ Tênis (nº 40 a 42)
— em Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José.

16/04/2018

Convite para a Assembleia Arquidiocesana de Animação Bíblica de Pastoral

Anote:
Data: 21 de abril/18, das 8h às 12h

Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro
Leve seu lanche, água e copo, além de 1kg de alimento não perecível.
Vá com seu grupo e família.
Todas as pastorais.

10/04/2018

Bênção dos doentes

A Basílica Nossa Senhora de Lourdes avisa que nesta quarta-feira tem a bênção dos doentes, com a distribuição da água que vem do Santuário de Lourdes, da França. A missa com a bênção ocorre todos os meses, sempre no dia 11, às 16h. A basílica fica no Boulevard 28 de Setembro, 200, em Vila Isabel.
Rádio Catedral FM

03/04/2018

Festa da Misericórdia


Como ocorre todos os anos, sempre no primeiro domingo depois da Páscoa, a igreja comemora no próximo domingo, dia 8, a Festa da Misericórdia. Na Arquidiocese do Rio de Janeiro, a festa será na Catedral de São Sebastião, a partir das 14h. Todos são convidados. A programação é extensa.
14h – Entrada da imagem de Nossa Senhora e dos quadros de São João Paulo II, Santa Faustina e Jesus da Misericórdia
14h15 – Palestra sobre “Misericórdia”, com o abade do Mosteiro de São Bento, Dom Felipe da Silva, OSB
15h – Terço da Misericórdia, rezado pelas irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia
16h – Missa presidida pelo arcebispo, cardeal Dom Orani Tempesta
 Rádio Catedral RJ

23/03/2018

Caminhos de Nossa Senhora

No próximo sábado, dia 24 de março, católicos cariocas, juntamente com autoridades fluminenses e paulistas, vão se reunir no Santuário Arquidiocesano da Divina Misericórdia, no Valqueire, para a abertura oficial da rota “Caminhos de Nossa Senhora”(CNS), um trajeto de peregrinação e turismo que vai do Rio de Janeiro até Aparecida (SP).(No próximo sábado, dia 24 de março, católicos cariocas, juntamente com autoridades fluminenses e paulistas, vão se reunir no Santuário Arquidiocesano da Divina Misericórdia, no Valqueire, para a abertura oficial da rota “Caminhos de Nossa Senhora”(CNS), um trajeto de peregrinação e turismo que vai do Rio de Janeiro até Aparecida (SP).(No próximo sábado, dia 24 de março, católicos cariocas, juntamente com autoridades fluminenses e paulistas, vão se reunir no Santuário Arquidiocesano da Divina Misericórdia, no Valqueire, para a abertura oficial da rota “Caminhos de Nossa Senhora”(CNS), um trajeto de peregrinação e turismo que vai do Rio de Janeiro até Aparecida (SP).( Mariana Diniz)
Acesse o link:
http://arqrio.org/noticias/detalhes/6564/rio-de-janeiro-e-sao-paulo-ganham-rota-de-peregrinacao-religiosa-dedicada-a-nossa-senhora-aparecida

Teólogo americano no Rio: Teologia de João Paulo II

O ano de 2018 será muito especial aqui em nossa Arquidiocese com a presença do teólogo americano Christopher West, o maior especialista na Teologia de São João Paulo II. O teólogo americano de 48 anos, casado e pai de cinco filhos, é estudioso e pregador dedicado à Teologia do Corpo há, pelo menos, 20 anos. Seus nove livros publicados sobre o tema da afetividade e sexualidade e seu estilo entusiasta de ensinar têm ajudado a transformar a vida de muitas pessoas e influenciado diversos outros pregadores mundo a fora. (Tatiana de Melo)

Acesse para maiores informações:
http://arqrio.org/noticias/detalhes/6566/cor-in-rio

15/03/2018

Nota de solidariedade

Se um irmão sofre, todos sofrem com ele, pois nós todos, lembra-nos o lema da Campanha da Fraternidade deste ano, somos irmãos.
A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, tendo em vista o triste quadro de violência em nossa cidade, manifesta sua solidariedade a todas as vítimas, seus familiares e amigos.
Diante da morte de tantas pessoas, dentre as quais a Vereadora Marielle Franco e seu motorista, o Sr. Anderson Pedro Gomes, torna-se ainda mais urgente reafirmar o valor da vida, desde a concepção até a morte natural. De fato, a violência é um mal que se multiplica incessantemente, toma inúmeras formas, penetra nos mais diversos ambientes e faz um número cada vez maior de vítimas.
Cada vítima, é um clamor aos céus e aos corações para que se unam todas as forças a fim de que se supere a violência e suas causas. Cada vida ceifada faz recair sobre todos nós a responsabilidade pela efetiva busca de uma cultura de paz, concretizada no respeito à dignidade de todas as pessoas, em especial, as mais fragilizadas.
Não deixemos que, junto aos corpos sepultados, se enterrem igualmente nossa esperança e nosso empenho pela construção de mundo sem violência, fome, desemprego, corrupção, preconceito e tantas outras mazelas.
Que as vítimas descansem em paz. Que seus familiares encontrem em Deus a paz tão necessária. E que todos nós sejamos instrumentos dessa paz.
Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de S. Sebastião do Rio de Janeiro

09/03/2018

Programação das "24 horas para o Senhor" nos Vicariatos do RJ

Acesse e participe:

O Papa Francisco fez um apelo, em fevereiro de 2014, para que as pessoas realizassem um dia de oração e confissões em preparação para a Páscoa, durante a Quaresma. Desde então, as igrejas do mundo inteiro realizam as “24 horas para o Senhor”, propostas oficialmente pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. O evento, que nesta edição tem como tema: “Contigo está o perdão” (Sl 130, 4), começará na sexta-feira, dia 9 de março, e será encerrado no dia 10. Todos os vicariatos terão programação especial para celebrá-lo.
Transmissões da Rádio Catedral FM/RJ

VICARIATO NORTE
Sexta-feira (9/03)    Via-Sacra e adoração em todas as paróquias
Sábado (10/3):  8h às 17h - Evento na Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, com adoração, louvor, teatro, dança e pregação sobre a Campanha da Fraternidade. Padres estarão presentes, atendendo confissões durante todo o dia.
15h - Terço da Misericórdia, transmitido pela Rádio Catedral FM


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA A QUARESMA DE 2018

«Porque se multiplicará a iniquidade,
vai resfriar o amor de muitos» (
Mt 24, 12)



Amados irmãos e irmãs!

Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão»,[1] que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.

Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12).

Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho.

Os falsos profetas

Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas?

Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!

Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar. É o engano da vaidade, que nos leva a fazer a figura de pavões para, depois, nos precipitar no ridículo; e, do ridículo, não se volta atrás. Não nos admiremos! Desde sempre o demónio, que é «mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem. Por isso, cada um de nós é chamado a discernir, no seu coração, e verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem.

Um coração frio

Na Divina Comédia, ao descrever o Inferno, Dante Alighieri imagina o diabo sentado num trono de gelo;[2] habita no gelo do amor sufocado. Interroguemo-nos então: Como se resfria o amor em nós? Quais são os sinais indicadores de que o amor corre o risco de se apagar em nós?

O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro, «raiz de todos os males» (1 Tm 6, 10); depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n'Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos.[3] Tudo isto se permuta em violência que se abate sobre quantos são considerados uma ameaça para as nossas «certezas»: o bebé nascituro, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro, mas também o próximo que não corresponde às nossas expetativas.

A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento do amor: a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são sulcados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte.

E o amor resfria-se também nas nossas comunidades: na Exortação apostólica Evangelii gaudium procurei descrever os sinais mais evidentes desta falta de amor. São eles a acédia egoísta, o pessimismo estéril, a tentação de se isolar empenhando-se em contínuas guerras fratricidas, a mentalidade mundana que induz a ocupar-se apenas do que dá nas vistas, reduzindo assim o ardor missionário.[4]

Que fazer?

Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.

Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos,[5] para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida.

A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade?[6]

Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome. Por outro, expressa a condição do nosso espírito, faminto de bondade e sedento da vida de Deus. O jejum desperta-nos, torna-nos mais atentos a Deus e ao próximo, reanima a vontade de obedecer a Deus, o único que sacia a nossa fome.

Gostaria que a minha voz ultrapassasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando a todos vós, homens e mulheres de boa vontade, abertos à escuta de Deus. Se vos aflige, como a nós, a difusão da iniquidade no mundo, se vos preocupa o gelo que paralisa os corações e a ação, se vedes esmorecer o sentido da humanidade comum, uni-vos a nós para invocar juntos a Deus, jejuar juntos e, juntamente connosco, dar o que puderdes para ajudar os irmãos!

O fogo da Páscoa

Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele sempre nos dá novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar.

Ocasião propícia será, também este ano, a iniciativa «24 horas para o Senhor», que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Em 2018, aquela terá lugar nos dias 9 e 10 de março – uma sexta-feira e um sábado –, inspirando -se nestas palavras do Salmo 130: «Em Ti, encontramos o perdão» (v. 4). Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental.

Na noite de Páscoa, reviveremos o sugestivo rito de acender o círio pascal: a luz, tirada do «lume novo», pouco a pouco expulsará a escuridão e iluminará a assembleia litúrgica. «A luz de Cristo, gloriosamente ressuscitado, nos dissipe as trevas do coração e do espírito»,[7] para que todos possamos reviver a experiência dos discípulos de Emaús: ouvir a palavra do Senhor e alimentar-nos do Pão Eucarístico permitirá que o nosso coração volte a inflamar-se de fé, esperança e amor.

Abençoo-vos de coração e rezo por vós. Não vos esqueçais de rezar por mim.

Vaticano, 1 de Novembro de 2017
Solenidade de Todos os Santos

Francisco





[1] Missal Romano, I Domingo da Quaresma, Oração Coleta.

[2] «Imperador do reino em dor tamanho / saía a meio peito ao gelo baço» (Inferno XXXIV, 28-29).

[3] «É curioso, mas muitas vezes temos medo da consolação, medo de ser consolados. Aliás, sentimo-nos mais seguros na tristeza e na desolação. Sabeis porquê? Porque, na tristeza, quase nos sentimos protagonistas; enquanto, na consolação, o protagonista é o Espírito Santo» (Angelus, 7/XII/2014).

[4] Nn. 76-109.

[5] Cf. Bento XVI, Carta enc. Spe salvi, 33.

[6] Cf. Pio XII, Carta enc. Fidei donum, III.

[7] Missal Romano, Vigília Pascal, Lucernário.